Audicon participa da abertura de seminário nacional sobre o enfrentamento da violência contra a mulher

A Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros Substitutos dos Tribunais de Contas (Audicon) participou da abertura do Seminário Nacional de Controle Externo voltado ao Enfrentamento da Violência contra a Mulher, realizado nesta segunda-feira (10), no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, com a presença de representantes de Tribunais de Contas e especialistas de todo o país.

Durante a solenidade, a conselheira substituta Sabrina Iocken, do Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE-SC), integrou a composição da mesa de abertura.

A Audicon também esteve representada pelas conselheiras substitutas Adriana Oliveira, do Tribunal de Contas dos Municípios do Pará (TCM-PA), e Terezinha Botelho, do Tribunal de Contas do Estado do Amapá (TCE-AP), que acompanharam a programação do seminário.

Na ocasião, também foi exibida uma mensagem da conselheira substituta Milene Cunha, do Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA), presidente da Audicon. No vídeo, a presidente destacou a importância de ampliar o diálogo e fortalecer iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres.

O seminário tem como proposta promover um espaço de diálogo, troca de experiências e construção de soluções para fortalecer a atuação dos Tribunais de Contas na prevenção e no enfrentamento da violência contra as mulheres. A programação reúne especialistas e representantes de diferentes estados para apresentar diagnósticos, compartilhar boas práticas e discutir estratégias de atuação integrada.

Um dos destaques do encontro é o lançamento oficial da Rede Nacional de Controle Externo pela Proteção das Mulheres — Rede que Protege. A iniciativa foi concebida para fomentar a cooperação institucional entre os órgãos de controle e contribuir para a continuidade e o fortalecimento dessa agenda no âmbito dos Tribunais de Contas.

A participação da Audicon no seminário reforça o compromisso da associação com o diálogo institucional e com o fortalecimento do controle externo como instrumento de prevenção, acompanhamento e indução de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres.